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26.12

De mãos dadas parte IV!

De mãos dadas,
Me pergunto,
Se tudo pode ser verdade,
Se não existe vaidade,
Entre toda razão perdida no mundo!

De mãos dadas,
Deixo sorrisos escaparem pela face,
Denunciarem tudo que tento esconder,
Mas que parece perecer,
Em um simples piscar de olhos!

De mãos dadas,
Corre pela boca,
Uma vontade incontrolável de saber,
Por quanto tempo vou viver,
Antes de mais uma vez,
Sair do ar!

De mãos dadas,
Nada parece mais sentir,
Além do que já se foi!

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