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Cala-te também!

Uma tormenta,
De céus entre razões,
De breves multidões,
Que gritam palavras,
Que ninguém mais ouve!

E o poeta,
Que ontem falava,
Já apenas observa,
O que todos falam,
O que todos leem,
E julgam ser belo!

E o senhor da profecia,
Que jurava que tudo iria acabar,
Calou-se também!
Em meio ao vasto,
Cansaço de um corpo,
Perdido no mundo!

E a grande mulher,
Que batalhou até então,
Já inebriada por tudo,
Apenas passou a observar!

E o mundo,
Simplesmente continua!
Na doçura inocência de perceber,
E se perder entre todas as vezes,
Que cala-se coisas!

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